PALAVRAS DE VIDA:

"Sejam bons administradores dos diferentes dons que receberam de Deus. Que cada um use o seu próprio dom para o bem dos outros!." 1 Pedro 4:10

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sexta-feira, 6 de julho de 2012

Indígenas vão comemorar Cem Anos de Evangelização.


Em 1500 quando os portugueses chegaram ao Brasil, mais de 5 milhões de índios viviam aqui. Apesar disso, segundo os últimos levantamentos o seu número hoje chega somente a 360 mil. Por esta péssima situação, se despertou a consciência de que era preciso preservar o povo restante. A situação hoje, embora ainda preocupante, melhorou. A população indígena apresenta uma taxa de crescimento anual de 3,5%, bem mais alta que a média nacional. Apesar de pequeno, este segmento da sociedade brasileira ocupa áreas demarcadas que equivalem a 11% do território nacional dividido em 245 nações. Os índios brasileiros falam cerca de 185 línguas diferentes. Na época do descobrimento, eram 900 povos e mil e trezentos idiomas.
Em 1912 registraram-se os primeiros frutos concretos da ação missionária evangélica entre os indígenas no Brasil, com o povo Terena. Foi o início do que o antropólogo e missionário brasileiro Isaac Costa de Souza chamou de “primeira onda missionária”, o movimento das missões estrangeiras. A partir de 1925 viria a “segunda onda”, protagonizada por missionários nacionais e agências brasileiras. A mais recente é a “terceira onda” ou “onda indígena”, iniciada na década de 80 e caracterizada pela valorização dos indígenas como atores na evangelização.
“O que bem caracteriza essa terceira onda é a aproximação entre líderes evangélicos indígenas. As igrejas indígenas têm contribuído para a evangelização entre os próprios parentes, graças ao esforço das ondas anteriores”, diz Ricardo Poquiviqui Terena, pastor e secretário executivo da Missão Indígena UNIEDAS.
“Testemunhamos um crescimento inédito em termos de evangelização dos povos indígenas no Brasil. Este avanço foi alavancado por vários movimentos missionários entre as agências que trabalham em muitos campos indígenas, sejam elas de acesso fácil ou não”, afirmam Henrique Terena e Joshua H. Chang, no prefácio do livro comemorativo “CONPLEI -- Movimento da 3ª onda missionária”.
Nos últimos 10 anos uma série de medidas vem restringindo cada vez mais as atividades do setor evangélico no Brasil. Além disso, a articulação de intelectuais e estudiosos, com a repercussão na mídia, tem fomentado um sentimento hostil às organizações missionárias. Obviamente, é hora da igreja erguer a voz e agir positivamente para que o evangelho não seja impedido de penetrar as trevas de lugares sem o conhecimento de Cristo.
O Conselho Nacional de Pastores e Líderes Evangélicos Indígenas, CONPLEI, nasceu do sonho de pastores e líderes evangélicos indígenas que ardiam com a visão e paixão de ver Deus glorificado entre as tribos do Brasil. No dia 22 de Março de 1991, na sede da Sociedade Bíblica em Brasília, aconteceu a primeira reunião do CONPLEI, sendo eleitos dois coordenadores gerais, Carlos Justino Terena e Idjarruri Karajé.
A igreja evangélica indígena comemora neste ano o centenário de trabalho missionário no Brasil. Para isso, o 7º Congresso Nacional do CONPLEI (Conselho Nacional de Pastores e Líderes Evangélicos Indígenas), que acontece de 18 a 22 de julho, espera reunir 5 mil pessoas, a maioria indígenas, em Chapada dos Guimarães, MT. A maior parte da programação -- que inclui devocionais, palestras, música, testemunhos e esportes -- será conduzida pelos próprios indígenas.

Extraído do site: www.ultimato.com.br e www.conplei.org.br

sexta-feira, 22 de junho de 2012

A Realidade Indígena no Brasil.

Povos Não Alcançados.

   Em 1573 Frei Ernesto Fonseca analisa os habitantes do novo país conquistado pela força portuguesa, afirmou que: “... além de contrários ao trabalho e disciplina de qualquer tipo, seguem práticas tão pagãs e alheias a Deus que torna-se improvável que tenham uma mente evoluída que possa compreender a salvação, ou serem dignos dela”
   Creio que seja correto pensarmos que a visão da  grande massa de brasileiros não tenha mudado muito ao longo destes últimos 500 anos e que as primeiras e errôneas impressões sobre os indígenas influenciaram a nossa missiologia bíblica e estratégia missionária para o Brasil até hoje. Convivemos com esta visão distorcida a respeito da comunidade nativa do nosso país quando até o termo “índio” passou a ser sinônimo de preguiça ou ignorância e “programa de índio” aponta para algo mal planejado e que sempre dá errado.Calcula-se que havia 1,5 milhão de indígenas no ano de 1530 enquanto hoje eles não passam de 300.000 em todo o território nacional entre os quais escondem-se as mais duras realidades e desafios espirituais e assim somos chocados com pessoas como a índia Thuthurudé da tribo Deni que um dia exclamou:“Ore por mim ! Quero ouvir o evangelho antes de morrer”.

Realidade Populacional e Linguística
Trata-se de uma realidade desconhecida por muitos onde mais de 300.000 índios dividem-se em cerca de 251 etnias distintas representando mais de 180 línguas diferentes. Dentre estas, apenas 26 possuem o Novo Testamento completo traduzido em seus idiomas e outras 59 possuem porções, entretanto mais de 120 tribos necessitam urgentemente de uma tradução das Escrituras. Apesar das 25 Agências Missionárias que bravamente atuam entre os índios em nosso país ainda contamos com mais de 100 tribos totalmente não alcançadas além de outras 19 em fase de estudo. Segundo estatísticas de junho de 2001 do Banco de Dados do Departamento de Assuntos Indígenas da AMTB (tendo o Pr Rinaldo de Mattos como organizador e o missiólogo PauloBottrel como pesquisador) o cenário indígena é como se segue:

Para entendermos a realidade indígena atual olharemos rapidamente alguns aspectos:
Tribos conhecidas: 218 (população: 353.881)
Tribos isoladas: 33 (população: 1.853)
Tribos a serem pesquisadas: 50 (população estimada: 2.735)
Tribos com existência duvidosa: 48 (população: 2.217)
Total de tribos existentes: 349 (população: 360.686)

 A situação das tribos indígenas em relação à distribuição da própria população segue o seguinte diagrama:
52 tribos com menos de 100 pessoas
115 tribos entre 100 e 1.000 pessoas
53 tribos entre 1.000 e 10.000 pessoas
5 tribos entre 10.000 e 20.000 pessoas
2 tribos entre 20.000 e 30.000 pessoas
1 tribo com mais de 30.000 pessoas
23 tribos com população indeterminada

Em relação ao evangelho as tribos indígenas são classificadas da seguinte forma:
72 não alcançadas, 46 alcançadas só por Missões Católicas, 4 alcançadas só por Leigos, 2 alcançadas só com Tradução, 75 alcançadas satisfatoriamente, 8 alcançadas e com Liderança Autóctone, 9 com situação indeterminada, 118 sem presença missionária evangélica.
A realidade a respeito desta centena de tribos brasileiras não alcançadas envolve línguas complexas, lugares inacessíveis, possibilidade de embates tribais, enfermidades, isolamento e especialmente restrições legais. É preciso sentar e calcular o preço da construção da torre.

Extraído do site: novastribosdobrasil.org.br                 

terça-feira, 19 de junho de 2012

Ore pelos cristãos que vivem no Chifre da África.

Este ano a região denominada de Chifre da África, composta por países como Somália, Sudão, Eritreia e Etiópia, têm sofrido com terríveis secas e a morte de milhares de pessoas.





Para muitos analistas, trata-se de uma das piores crises humanitárias das últimas cinco décadas. Estima-se que mais de 10 milhões de pessoas tenham sido afetadas pela seca e mais de 30% das crianças sofrem de desnutrição aguda.
A nossa oração é fundamental para que a situação nesses países paupérrimos e em outros países da África seja revertida. A Igreja de Cristo tem sobrevivido e resistido à fome, à guerra e às perseguições. A igreja desses países, principalmente na Somália, precisa das nossas orações para ter suas necessidades básicas atendidas, continuar sendo sal e luz e testemunhar do amor de Cristo a outros. Os cristãos da Eritreia, presos em celas subterrâneas e contêineres de metal têm sido esquecidos e o governo eritreu tem proibido a doação de alimentos de organizações não governamentais estrangeiras.

Somália: 5º país em perseguição
A população Somali tem sofrido de modo muito peculiar nesta crise, pois além de lidar com a falta de alimento e água, tem de conviver com grupos radicais, como o Al Shabaab, que muitas vezes impedem a chegada e a distribuição de alimentos à população por considerarem uma investida dos países do ocidente no país. A falta de segurança é um fator que dificulta a ajuda humanitária enviada pela ONU e por países como a China, que doou este ano 16 milhões de dólares para combater a fome na Somália. Muitos somalis estão imigrando do país rumo aos vizinhos Quênia e Etiópia fugindo da fome e da guerra, muitos dos quais são considerados traidores por parte das milícias somalis devido ao histórico de conflitos militares entre a Etiópia e a Somália.
A Somália é um dos países mais pobres do mundo, falido do ponto de vista político e econômico, com um governo fraco e corrupto apoiado pelos EUA e seus aliados, sem um exército capacitado e treinado para combater os grupos armados extremistas que tentam tomar ou desestabilizar o poder. Desde a queda do governo de cunho marxista de Siad Barre, em 1991, o país enfrenta dificuldades para manter a estabilidade e unidade política. Todos os presidentes que o sucederam falharam na missão de fazer da Somália um país forte e próspero.
Desde que se tornou independente, em 1960, a Somália sofre com grupos radicais, como o Movimento Nacional Somali (SNM), o Movimento Patriótico Somali (SPM) e o Congresso Somali Unido (USC) e o mais conhecido deles o Al Shabaab, grupo radical islâmico criado em 2004 que domina algumas áreas ao sul do país e que tem como objetivo principal derrubar o governo de transição da Somália e instalar um governo teocrático baseado na Sharia (lei islâmica). O Al Shabaab é financiado pela Al Qaeda.
Ore pela sobrevivência dos cristãos somalis e para que possam testemunhar do amor e do compartilhar ensinado por Jesus, mesmo em meio à esta situação limítrofe. Ore para que os países se mobilizem para enviar alimentos e para que toda a corrupção envolvendo trabalhos humanitários seja exposta e a ajuda chegue de fato a quem precisa.


Por Marcelo Peixoto.
Fonte: Portas Abertas.

sábado, 24 de março de 2012

"Apenas10" - Reescrevendo os 10 Mandamentos.

Apenas10 é um projeto que visa tornar a Bíblia atraente para o público contemporâneo.

      As principais regras religiosas de judeus e cristãos foram gravadas em tábuas de pedra por Deus e dadas a Moisés e posteriormente traduzidas para centenas de línguas ao redor do mundo. Porém, para um grupo de mais de 600 igrejas na Grã-Bretanha, elas precisavam ser reescritas, usando uma linguagem e princípios “mais modernos”.
     Os “novos 10 mandamentos” foram criados pelo conhecido pastor evangélico inglês J. John, e estão sendo elogiados por líderes religiosos por conseguirem se traduzir em “conselhos práticos para congregações modernas”.
    Usando uma linguagem simples e curta, intercaladas com gírias, às novas regras foram lançadas em um DVD chamado “Apenas10 para as igrejas”, que visa oferecer orientação aos interessados. O kit com três DVDs e um livreto custa 30 libras. Além de explicar porque mudar as palavras, o material traz uma série de vídeos com pequenos sermões pregados por J. John sobre cada um dos mandamentos.
     Existem diferentes versões do material, incluindo uma para crianças. Elas podem ser adquiridas pelo site http://just10.org.
     O pastor J. John alega que sua versão dos mandamentos permite que “todas as pessoas consigam entender os princípios eternos de Deus sobre como devemos viver”. Ele disse que sua inspiração para escrevê-los foram os distúrbios que ocorreram em várias partes do mundo no ano passado, que geraram um questionamento sobre a maneira como vivemos.
     Os novos mandamentos incluem “conheça a Deus” (1°), “pare para respirar fundo” (4°) e “controle sua raiva” (6°).
    O original “Não furtarás” (8°) tornou-se “prospere com a consciência limpa”, e o longo “não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão” (3°) ficou apenas “leve Deus a sério”.
       O décimo mandamento, por exemplo, transformou “Não cobiçarás a casa do teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo” em apenas duas palavras “encontre contentamento”.
     “Não adulterarás” (7°) agora é “tenha relacionamentos fiéis”, e ” Honra teu pai e tua mãe”(5°) foi substituído para “viva em paz com os seus pais”.
     Ao invés de proibir “imagens”, o pedido é “leve Deus a sério”(2°) e no lugar de coibir o “falso testemunho”, agora é “fale sempre a verdade” (9°).
     O reverendo Paul Roberts, 54, da igreja São João Evangelista, fundada em 1210, está entre aqueles que aprovam os novos mandamentos. Ele acredita que “Basicamente, é uma forma de apresentar os Dez Mandamentos e ajudar as pessoas a se conectar com eles de uma forma positiva. Ao invés de vê-los apenas como uma lista de proibições, possam entender que se destinam a ajudar as pessoas a viver como Deus planejou. É algo para o nosso bem”.
     Wayne Dulson, 40, ministro da Igreja Batista de Loughton, afirmou: “As pessoas realmente compreenderão os Dez Mandamentos de uma maneira nova. As pessoas passarão a ver estes mandamentos não como um conjunto de regras, mas como um modelo para vivermos de modo que possamos experimentar o melhor de Deus para nossas vidas. As pessoas ficam me dizendo como o ‘Apenas10’ os fez pensar muito mais sobre como eles vivem suas vidas e o quanto eles aprenderam agora sobre os mandamentos, descobrindo coisas que nunca pensaram antes”.
      Steve Jenkins, porta-voz da Igreja da Inglaterra, disse apoiar novas formas de comunicação e acrescentou: “a fé precisa ser ensinada de novo a cada geração”.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Pastor africano pedala 20km por dia para evangelizar.

Pastor africano pedala 20km por dia para evangelizar

O pastor John Tembo realiza seu ministério desde 1988 percorrendo longos caminhos de bicicleta para levar o evangelho para o maior número de pessoas na Zâmbia. Ele é pastor da Igreja Batista Central de Petauke, cidade da Província Oriental e percorre todas as estradas da cidade que fica a 60 quilômetros ao norte da fronteira com Moçambique para evangelizar.

Hoje ele pedala 20km por dia, mas quando era mais novo ele admite que percorria até 50km, mas agora que tem 53 anos de idade ela reconhece que “não pode abranger algumas áreas” já que sua energia diminuiu com o avanço da idade.

Apesar do esforço físico ele diz que pedalar para falar de Cristo lhe “dá muita energia” e faz seu “corpo ficar forte”, o que não pode ser negado, já que aparentemente ele não aparenta ter qualquer tipo de problema físico.

Ele tem usado sua bicicleta para informar os 150 membros de sua congregação e outros 30 ministros da região que em dezembro será transmitido o programa Minha Esperança Evangelismo Mundial em Zâmbia, um programa que mostrará em 30 minutos de duração uma mensagem de Billy Graham ou Franklin Graham e no final terá um convite para que os telespectadores aceitem a Jesus Cristo como Salvador.

“Isso é trazer almas para Jesus Cristo, pelo menos é a minha oração e esperança”, disse Tembo que acredita que esse programa terá bons resultados em seu país que tem o tamanho do estado do Texas, nos Estados Unidos. Para anunciar a todas as cidades do país, ele conta com a ajuda de 43 coordenadores regionais que também estão divulgando o programa. 


Fonte: Gospel Prime

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Dados sobre Missões:

Abaixo apresento alguns dados muito interessantes sobre missões no Brasil e no mundo.
O objetivo é mostrar a urgência de uma mobilização no meio do povo que conhece o Deus vivo, por amor a Ele e aos que não conhecem este Deus, nem o seu poder de transformar vidas (para melhor!!!)



A tradução da Bíblia no mundo:


Do total de 6.528 línguas:
276 (4%) tem a Bíblia inteira.
676 (10%) tem so o Novo Testamento.
1.199 (19%) tem apenas trechos da Bíblia.
336 (5%) não tem quase nada traduzido.
4.041 (62%) não tem absolutamente nada traduzido.



Distribuição missionária:


90,1% dos missionários concentram-se no mundo cristão (incluindo nominais).
8,1% concentra-se no mundo não-cristão, porém evangelizado.
1% concentra-se no mundo não-evangelizado.



Como as igrejas do mundo ocidental gastam o seu dinheiro?


95% em atividades domésticas.
4,5% no campo missionário.
0,5% em obras entre povos não-alcançados.



Como os cristãos gastam o seu dinheiro?


As pesquisas mostram que:
GASTAM mais com CHICLETES do que com MISSÕES
GASTAM mais com
REFRIGERANTES E BALAS do que com MISSÕES
GASTAM mais com
COSMÉTICOS E PRODUTOS DE BELEZA do que com MISSÕES
GASTAM mais com
COMIDA SUPÉRFLUA do que com MISSÕES
GASTAM mais com
ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO do que com MISSÕES
GASTAM mais com
ROUPAS DE ETIQUETA do que com MISSÕES





Um aparelho eletrodoméstico que um cristão compra À VISTA costuma ter um custo MAIOR do que a oferta dada para missões DURANTE 5 ANOS por esse mesmo cristão.
Os cristãos estão dando para missões MENOS do que o valor equivalente a UMA COCA-COLA diária.
Como podemos dizer que amamos a obra missionária, se MISSÕES é o nosso MENOR investimento?
"PODER, PODEMOS! A questão é se vamos ou não DEIXAR DEUS usar-nos".


Gramática Missionária:


So há dois tipos de reação quando alguém se depara com a palavra MISSÕES:

Há os que preferem conjugar os verbos: adiar, esquecer, calar, desfrutar, estagnar-se.
Estes escolhem os advérbios: depois, amanhã, talvez, futuramente, nunca.
Para esses a vida é definida pelos substantivos: tristeza, decepção, vergonha, descompromisso, deslealdade.



Há os que preferem conjugar os verbos: falar, amar, orar, sustentar, enviar, comprometer-se, crescer.
E escolhem os advérbios: hoje, agora, diariamente, já.
Para esses a vida é definida pelos substantivos: alegria, realização, compromisso, lealdade, crescimento.



E VOCÊ, QUE VERBOS PREFERE CONJUGAR? QUE ADVÉRBIOS ESCOLHE? QUE SUBSTANTIVOS DEFINEM A SUA VIDA?


Fonte: Seminário Mobilizadores para Missões - Missão Horizontes - Brasil

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Ela viu a menina à beira do caminho.

A menina permanecia sentada na frente do seu barraco o dia todo, todos os dias da semana. Não falava com ninguém, não sorria. As pessoas daquela favela em Delhi, Índia, acreditavam que ela tinha problemas mentais. Ninguém se importava a ponto de investigar o que estava por trás desse comportamento tão estranho. Até o dia em que Harshalatha, uma assistente social trabalhando para The Evangelical Fellowship of India Commission On Relief (EFICOR), ONG evangélica de assistência na Índia, decidiu enxergar a menina, sorrir para ela, conversar com ela e por fim, tocá-la, como Cristo teria feito.


Com o tempo, Tulsi, a menina, com 10 anos de idade na época, começou a corresponder e acabou revelando uma história de abandono, negligência e pobreza extrema. Sua mãe morrera deixando-a sob os cuidados do pai. Mas ele vivia uma situação de desespero e precisava de cuidados de saúde urgentes. Enquanto a menina ficava sentada à porta do seu barraco, o pai definhava na cama, completamente tomado pela tuberculose. Quando Harshalatha começou a busca por intervenção, saúde dele já tinha se deteriorado levando-o à morte prematura.

Então a EFICOR se viu diante de uma situação difícil: o que fazer com a Tulsi, já com 11 anos de idade. Os líderes comunitários insistiam para que a menina ficasse na própria favela. “Ela é nossa”, diziam. Mas a equipe da EFICOR suspeitava que este caminho fosse perigoso para Tulsi, afinal, eles não tinham socorrido a menina em nenhum momento desde a morte da sua mãe. Eles não tinham se importado com ela durante todos os anos da doença de seu pai. Havia, pelo contrário, a suspeita de que a razão pela qual a comunidade resistia à retiradada menina era porque alguns homens ali desejavam abusar dela.

Então Harshalatha levou-a para sua própria casa e deu-lhe um banho — já fazia sete anos que a menina não tomava banho! Em seguida, ela lhe deu roupas e um quarto quentinho para dormir. Mas acima de tudo Harshalatha deu a Tulsi um lugar seguro no seu coração. A EFICOR encaminhou a menina para Mukti Mission, um abrigo para crianças deslocadas localizado em Kedgaon, na cidade de Pune, na Índia. Há alguns anos, quando a encontrei, ela veio conversar comigo, tocando violão, com um grande sorriso no rosto e leveza nos pés. Ela veio até mim e perguntou: “Tio C.B., o senhor se lembra de mim?”. É claro que eu me lembrava! Como poderia esquecer? Eu sei que Jesus nunca a ignorou e que sofreu com ela a solidão de cada um daqueles longos dias.



C. B. Samuel é diretor executivo da EFICOR (www.eficor.org), uma organização localizada na Índia. Desde 1983 ele se dedica ao desenvolvimento da capacitação comunitária a partir do modelo bíblico e à promoção de uma resposta evangélica aos problemas sociais da Ásia num contexto de missão integral.
Retirado do site: www.maosdadas.org

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Acre é o Estado mais evangélico pentecostal.

A população da Acre é a mais evangélica pentecostal do país, com 24,18% do total. Em Rio Branco, a capital, a proporção é de 28,43%
Em segundo lugar, na relação de Estados, vem Rondônia, com 19,95%, seguido por Pará (19,41%) e Amapá (19,01%). São Paulo ficou em 13º lugar, com 14,62%, e o Rio de Janeiro em 15º, com 14,18%. Esses dados são do Novo Mapa das Religiões elaborado pela Fundação Getúlio Vargas com dados de 2009 da POF (Pesquisa de Orçamento Familiar), do IBGE.
Os fiéis das pentecostais representaram naquele ano 12,76% da população. As igrejas pentecostais são as que mais têm se expandido. O pesquisador Marcelo Néri, o responsável pelo mapa, disse que a Assembleia de Deus já é a segunda maior igreja do Brasil, abaixo da Católica.
Os evangélicos — pentecostais e de outras denominações — subiram de 17,9% em 2003 para 20,2% em 2009. Eles são representativos principalmente nas classes D e E, afirmou Néri.