PALAVRAS DE VIDA:

"Sejam bons administradores dos diferentes dons que receberam de Deus. Que cada um use o seu próprio dom para o bem dos outros!." 1 Pedro 4:10

quinta-feira, 31 de maio de 2012

A Estrela Pistol e o Poder de Deus.


Meditação sobre a ciência, o conhecimento e o esplendor divino
Agradeço a Deus pelas maravilhosas descobertas da ciência que ultrapassam o meu entendimento finito. Elas são como um cego que continua a trazer jóias maravilhosas à mesa. Não é verdade que todos os cientistas são cegos ou que algum deles o seja. Se eles fossem cegos, eu provavelmente já teria morrido de poliomielite ou de varíola. Eu não teria energia elétrica, refrigeração, processadores de texto, motor à combustão em meu carro, notícias instantâneas no rádio ou vôos para Winnipeg (sem mencionar os vôos para Marte). Os cientistas não são tolos, nem cegos — definitivamente.
No entanto, que palavra usarei para descrever o olho ou o coração que pôde descobrir a estrela Pistol e não adorou a Deus, nem sequer O mencionou? Deixe-me tomar fôlego. Há duas coisas admiráveis no jornal desta manhã (8 de outubro de 1997). Uma é a descoberta da maior estrela já conhecida. A outra é a ausência de Deus. Ambas as maravilhas me deixam estupefato.
A notícia começa assim:
Imagine uma estrela tão grande que encheria o sistema solar no espaço da órbita da terra, que está a 150 milhões de quilômetros do Sol. Ela é uma estrela tão turbulenta que suas erupções esparramariam uma nuvem de gases que se estenderia por 4 anos-luz — a distância entre o Sol e a estrela mais próxima (cerca de 40 trilhões de quilômetros). Uma estrela tão poderosa que resplandece com a energia de 10 milhões de sóis, tornando-a a mais brilhante estrela já observada em nossa galáxia, a Via Láctea. Uma estrela tão brilhante e grande como essa seria inimaginável, de acordo com algumas teorias de formação de estrelas. Mas, lá está ela, bem no centro da Via Láctea (Star Tribune, Minneapolis, MN, 8 de outubro de 1997, A4).
Jesus amava os Salmos e acreditava que estes eram a Palavra de Deus. Por isso, não duvido que Ele olhava para o céu, à noite, e adorava: “Quando contemplo os teus céus, obra dos teus dedos, e a lua e as estrelas que estabeleceste” (Salmos 8.3).
Mas não há qualquer menção de Deus nos relatos dos cientistas. Não há adoração. Com as “teorias de formação de estrelas” sendo explodidas pela estrela Pistol, há uma que permanecerá inabalável. De fato, não é uma teoria, e sim uma verdade revelada: “Obra dos teus dedos”. As estrelas são “obra” dos dedos de Deus. Jesus acreditava nisso. Isso é verdade.
Portanto, quando leio que os cientistas descobriram uma nova estrela que é dez milhões de vezes mais poderosa que o Sol, que aquece a minha face estando a 150 milhões de quilômetros, e mantém a terra em órbita, e queima (em suas camadas mais frias) a 6.000ºC, vejo os dedos de Deus de um modo diferente. Sou compelido a tremer e prostrar-me em silêncio diante da grandeza de Deus. Quando retorno à serenidade, a ausência de Deus neste relato me deixa pasmado. Existe alguma outra palavra, se não o vocábulo “cegueira”, para descrever isso? Jesus diria: “Os céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia as obras das suas mãos” (Salmos 19.1). Não ver a glória de Deus na estrela Pistol significa estar cego. Abra seus olhos. Peça a Deus que lhe dê olhos capazes de ver. Jesus falou sobre aqueles que, “vendo, não vêem; e, ouvindo, não ouvem” (Mateus 13.13). Oh! que você não esteja entre estes! O universo existe para ajudá-lo a conhecer a Deus, o Criador. E a principal mensagem é que Ele é muito grande, e nós, muito pequenos. Precisamos sentir esta grandeza. Precisamos ser capazes de dizer: “Portanto, grandíssimo és, ó SENHOR Deus, porque não há semelhante a ti” (2 Samuel 7.22). “Grandes coisas tens feito, ó Deus; quem é semelhante a ti?” (Salmos 71.19) “Que deus é tão grande como o nosso Deus?” (Salmos 77.13) Pois tu és grande e operas maravilhas; só tu és Deus! (Salmos 86.10) “Grandes e admiráveis são as tuas obras, Senhor Deus, Todo-Poderoso!” (Apocalipse 15.3) “Grande é o SENHOR e mui digno de ser louvado” (Salmos 48.1). “Bendize, ó minha alma, ao SENHOR! SENHOR, Deus meu, como tu és magnificente: sobrevestido de glória e majestade” (Salmos 104.1).
Fiquemos duplamente admirados, quando os telescópios nos trazem informações sobre as grandezas de Deus — admirados ante o poder de Deus e a ausência da adoração.

Extraído do Livro "Provai e Vede", de John Piper.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Como Adorar a Deus Quando Se Está Ferido?


"A história de Jó está na Bíblia por causa de uma pergunta: “Será que eu adoraria a Deus se tudo desse errado na minha vida?”

Todos passam por experiências que machucam na vida, mesmo aqueles que estão no ministério. Estas feridas podem ser físicas, espirituais, emocionais ou relacionais; podem estar em sua vida agora ou aparecerão em breve. Então, o que fazemos quando estamos feridos? Adore. É o único antídoto para nossa dor.
Jó é um grande exemplo disso. Ele perdeu tudo – sua riqueza, família, amigos e saúde – em um período de 24 horas. Em um único dia, Jó vai de herói a nada. Em todo o livro de Jó, vemos um homem que está profundamente ferido: fisica, relacional e emocionalmente. Mesmo assim, o livro conta a história de como Jó adorou a Deus, ao invés de se tornar amargo.
Como você faz isso? Como se conectar com Deus em meio a uma crise em sua vida? Muitos de vocês tiveram uma crise esta semana. Outros estão carregando suas feridas por toda a vida e ainda não conseguiu se livrar delas. Para adorar em meio à esta dor, você precisa:

1. Sentir a dor. Fale para Deus exatamente como se sente. Você precisa por para fora todos os seus sentimentos. Quando você compartilha seus sentimentos com Deus, quando confia à Ele sua dor, você está adorando – mesmo quando estes sentimentos são negativos.
Jó expressou sua dor para Deus. Jó 1.20 diz: “Ao ouvir isso, Jó levantou-se, rasgou o manto e rapou a cabeça. Então prostrou-se, rosto em terra, em adoração”. No antigo Oriente Médio, isto é o que as pessoas faziam quando queriam mostrar frustração, raiva ou profunda tristeza – eles rasgavam suas roupas.
Deus não fez nossos corpos para lidar com emoções negativas. Deus nunca os criou para isso. Quando nós engolimos nossas emoções, nosso estômago é que sente.
Então, a primeira coisa que você deve fazer quando passar por uma experiência dolorosa em sua vida é: confessar. Fale para Deus que você não gostou do que aconteceu – Detestei! Não se preocupe. Deus pode lidar com isso.

2. Louve a Deus. Depois que você passa pelo sofrimento, louve a Deus, à despeito de suas circunstâncias. Não agradeça a Deus por seus problemas, mas agradeça a Ele em meio aos seus problemas.
A história de Jó está na Bíblia por causa de uma pergunta: “Será que eu adoraria a Deus se tudo desse errado na minha vida?” Adoraria? É fácil adorar a Deus quando tudo acontece do meu jeito. É fácil ser um cristão nas horas boas.
Mas o que acontece quando tudo vai mal em sua vida? Você ainda confiaria em Deus? Este é o teste final de fé. Você será testado. Isto é garantido. Em algum ponto de sua vida, tudo se despedaçará.
Mesmo assim, ainda existem muitas coisas pelas quais podemos louvar a Deus, mesmo quando a vida é dura. Eu costumava pensar que a vida era montanhas e vales – flores e riachos. Mas, quanto mais eu vivo, mais percebo que esta não é a realidade. Não existe um tempo em sua vida quando tudo é perfeito. E não existe um tempo em sua vida quando tudo vai mal. Na verdade, a vida é mais parecida com dois trilhos em uma ferrovia. Um deles são as coisas boas da sua vida e o outro são as ruins. Você tem os dois o tempo todo.
Jó escolheu agradecer a Deus, à despeito de sua dor – e você também pode fazer isso.

3. Peça a Deus sabedoria e força. Quando estamos feridos, mais do que qualquer coisa, precisamos de sabedoria e força para saber o que fazer e ter o poder para fazer. Em toda sua história, Jó dependeu de Deus para ter sabedoria e força.
Você não pensa claramente quando está ferido. Você começa a ter pensamentos tolos, tais como retaliação e revanche. Você precisa de sabedoria. A Bíblia fala o seguinte: “No entanto, Deus é sábio e poderoso; ele tem inteligência e entendimento . (Jó 12.13 NTLH)
Você também precisa de força – o poder para fazer a coisa certa. Salmo 37.39 diz: “O SENHOR Deus salva do perigo os que são bons e os protege em tempos de aflição.”
Eu não sei qual é o tipo de problema que está enfrentando neste momento, mas sei que Deus está esperando para fortalecê-lo. Quando você se torna seguidor de Jesus Cristo, terá exatamente os mesmos problemas que tinha antes de segui-lo. Você não está isento! Mas agora tem a sabedoria e a força de Deus disponíveis para você, então... peça a Ele!

4. Junte-se a outras pessoas para ter apoio. Deus não quer que adore sozinho. Nunca foi a intenção de Deus que lidasse com toda sua dor, e todas as suas feridas, sozinho. Se ainda não aprendeu como compartilhar sua dor, você nunca será curado. Você ficará ferido para o resto de sua vida.
Aqui está o problema: Quando estamos feridos, é da natureza humana se recolher. Quando nos ferimos, levantamos barreiras ao nosso redor. Colocamos limites, muros. Nos colocamos dentro de uma concha. Nos trancamos dentro de prisões. Isto é simplesmente tolice. Você nunca será curado se não aprender a se abrir novamente.
Esta é uma das razões pela qual até mesmo pastores precisam estar em pequeno grupo, um grupo com outras pessoas que estão no ministério e um grupo em sua igreja. Uma pesquisa recente mostrou que 25% dos norte-americanos dizem não ter amigos chegados, dos quais possam depender. Se você não precisa de um pequeno grupo, você precisará. Você precisará de pessoas que estejam comprometidas com você, para que quando tudo em sua vida cair, eles estejam lá.

5. Continue. Você sabia que continuar, perseverar é um ato de adoração? Em Jó 2, a esposa de Jó sugeriu que ele “amaldiçoasse Deus e morresse”. Ela sugeriu que seu marido acabasse com sua dor, imediatamente, matando-se. Mas, Jó se recusou. Ao invés disso, ele disse: “Aceitaremos o bem dado por Deus, e não o mal?”
Esta é uma declaração de fé conclusiva. Quando tudo parece perdido, Jó confiou em Deus e continuou.
O que deu a Jó este tipo de profundidade? Em Jó 19.25 fala: “Eu sei que o meu Redentor vive, e que no fim se levantará sobre a terra”. Jó esperava por um Salvador que retornaria, um redentor.
Qualquer sofrimento que possa ter é pequeno comparado com a eternidade. Um dia, se você colocou sua confiança em Deus e em Seu redentor, então viverá com Ele para sempre. E neste dia não haverá mais dor, sofrimento ou tristeza. Portanto, aguente firme e não olhe para “o aqui e agora”, mas para o que Deus planejou para você na eternidade.

Aqueles que estão no ministério não estão isentos de sofrimento. Seja uma dor que esteja experimentando por causa de críticas injustas, exaustão ou até mesmo problemas causados por você mesmo; ou se há algum sofrimento do seu passado que nunca tratou, por favor, não ignore esta dor. Não deixe que roube o seu ministério e bloqueie a adoração que deveria estar dando a Deus. Trate disto hoje. Sinta a dor que está em sua vida. Louve a Deus em meio a dor. Peça a Deus sabedoria e força. Junte-se a outras pessoas para ter apoio. E persevere.
Lembre-se, seu Redentor vive!

Extraído do Site: www.propositos.com.br

quarta-feira, 23 de maio de 2012

A importância da Metamorfose.


Eu prefiro ser…
Esta metamorfose ambulante
Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo…”
Raul Seixas
Parece que tem sabedoria nas palavras do Raul, apesar de tudo. Provavelmente quando cantava ele pensava estar criticando o status quo, a estrutura vigente. E nada mais representativo desta estrutura do que o cristianismo. Ele com certeza achava que estava batendo de frente com o pensamento cristão…
Mas será que estava? Somos criticados, nós os cristãos, por mantermos padrões, seguirmos doutrinas e dogmas. Mas o cristianismo vivo e dinâmico nos leva para muito além dos dogmas, aliás chega a chamar os dogmas de idolatria. Este cristianismo nos incentiva a “conhecer e prosseguir conhecendo”(Oséias 6:3), numa busca incessante e sincera: “buscar-me-eis e me achareis quando me buscares de todo coração” (Jeremias 29:13) Este conhecimento também além de dinâmico deve gerar em nós algum tipo de transformação pessoal. Não é meramente intelectual, mas é vital, humano, entra fundo em nós gerando mudanças constantes.
Só é capaz de buscar aquele que não tem. Para que possamos ser a motivados a continuar conhecendo, temos que reconhecer que não sabemos. Este é o estado de alma da metamorfose ambulante. Estou sempre disposto a mudar através do conhecimento que adquiro. Me metamorfoseio constantemente numa nova pessoa, através de mais revelação da pessoa de Deus. Quanto mais me aproximo d’Ele mais preciso conhecê-lo e ser transformado. A isto se referiu Carlos Finney, grande avivalista do século XIX, quando dizia que devemos nos converter todos os dias. O que conheço de Deus hoje não é o suficiente, preciso mais, ainda que este conhecimento novo venha questionar idéias anteriores, desafiar meus conceitos, ou gerar novos paradigmas de comportamento na minha vida.
O cristão não dogmático (soa como uma contradição de termos para você? Pois não é…) não é um cristão sem convicções profundas. Mas ao invés de valorizar em primeiro lugar a doutrina à respeito de seu Deus ele valoriza seu relacionamento com o próprio Deus. O Deus vivo, dinâmico, que muda, não em caráter e valores morais, mas que muda na sua estratégia de confronto com o ser humano, na dispensação da sua presença, na quantidade de revelação que derrama, Deus que encobre coisas (Deuteronômio 29:29) mas que as revela aos justos (Daniel 2:47). O Deus que vai “brilhando mais e mais.” na nossa vida, “até ser dia perfeito” (Provérbios 4:18).
O preço desta vida de metamorfose é muitas vezes uma certa insegurança. Para onde estou indo? Será que isto é certo? É tão fácil se segurar em convenções, que todos o fazem, principalmente os não cristãos… O próprio Raul tinha dogmas. Eram com certeza, os não-não. – Não há Deus, não há caráter humano que preste – não há nada bom no velho, no “establishment”, e com certeza não há nada de bom que se possa esperar no novo também…
A diferença de um cristão e de um pseudo livre-pensador é que o cristão sabe que é limitado, que conhece apenas em parte á e de que necessita de uma âncora além de si mesmo para se segurar. Esta âncora não é um dogma doutrinário, mas o relacionamento com uma Pessoa, amorosa, sensível e divina. O cristão deve a esta Pessoa submissão e humildade. Ele tem que trazer sua mente escravizada a esta pessoa: “trazendo cativo todo pensamento à pessoa de Cristo.”(II Coríntios 10:5). Mas o intelectual-liberal no entanto não “deve” nada a ninguém. Ele é seu próprio Deus. Sua âncora é sua razão e nela está seu orgulho. “firmado com os pés no estribo de sua própria razão” (Provérbios 3:6-7) ele nunca vai além de si mesmo, anda em círculos ao redor de seus dogmas pessoais, e vive cego pela idolatria da razão. Este não é capaz de se metamorfosear nunca, porque não há mudança possível para alguém cuja única referência são suas próprias idéias…
Ah Raul, quão enganado você estava…


Extraído do Blog de Bráulia Ribeiro.
Missionária em Porto Velho, RO, e presidente da JOCUM – Jovens com Uma Missão.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Evangelista Billy Graham afirmou: Muitos evangélicos idolatram poder e dinheiro.


Um dos homens mais respeitados nos Estados Unidos da América, Billy Graham aos 92 anos recentemente afirmou em sua coluna no site Chicago Tribune que evangélicos adoram a ídolos: o dinheiro, o poder e as posses, em resposta a uma pergunta feita por uma leitora, ele não exitou em responder. O evangelista foi mais além e comparou a idolatria à preocupação contemporânea com dinheiro e bens materiais, já em sua fala Billy Graham disse: “Ambos podem facilmente tornar-se “ídolos” que seguimos servilmente e deixamos de lado as coisas mais importantes em nossas vidas. Em vez de servir a Deus, servimos ao dinheiro e às coisas”, ressaltou, citando em seguida o trecho do evangelho de Mateus no qual Jesus advertiu: “Ninguém pode servir a dois senhores …. Vocês não podem servir a Deus e ao Dinheiro”.  ainda em sua colocações continuou com algumas afirmações: “Não podemos nos curvar aos ídolos feitos de pedra ou de metal, como as pessoas faziam antigamente (e algumas ainda fazem em diferentes partes do mundo). Mas isso não significa que nós (evangélicos) não temos nossos próprios ‘ídolos’ hoje. Ou seja, temo que ainda servimos a coisas com a mesma devoção que eles tinham”. o evangelista Billy Graham terminou dizendo: “Certifique-se de seu compromisso com Jesus Cristo, e procure segui-Lo todos os dias. Não se deixe influenciar pelos falsos valores e objetivos deste mundo, mas coloque Cristo e Sua vontade em primeiro lugar em tudo que você faz”. Acredito que mediante a tudo que Billy falou devemos cada um de nós como parte integrante da igreja de Cristo fazer uma auto análise para ver a quem temos servido de fato a Deus ou a mamom ?!


Extraído do site: www.gospelnoticiasbrasil.com

sábado, 19 de maio de 2012

Para Pensar!

43.000
mulheres foram assassinadas no Brasil na última década. Na maior parte dos casos, o assassino é o namorado, marido ou companheiro, que mata dentro de casa após já ter cometido pelo menos um ato de agressão. Os dados foram publicados em um estudo complementar do Mapa da Violência 2012.

O problema principal dos cristãos no Oriente Médio é a emigração. Se não mudar nada, em um século, ou quase dois, não haverá mais cristãos nessa parte do mundo, assim como no Egito. É o mesmo fenômeno que já observamos no último século na Turquia e no Irã.
Samir Khalil Samir, sacerdote jesuíta.

1.600.000.000
de exemplares da Palavra de Deus já foram distribuídos graciosamente pelos Gideões Internacionais ao redor do mundo, desde a sua fundação em 1899.

Ser cego separa as pessoas das coisas, mas ser surdo separa as pessoas das pessoas.
Bruce Smith, presidente da Wycliffe Associates.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Frente Missionária em Vargem Alegre - Barra do Piraí/RJ - 17/05/2012.

 Congregação Congregacional antes do início do Culto.

 Início do Culto com Leitura Bíblica.

 Pastor Ioséias Teixeira, Presbítero Francisco (Fazendo a Leitura Bíblica)
e Pastor Luciano Ferreira.

 Ministério de Louvor Intimidade, da IEC do Conforto.



 O povo santo adorando ao Santo Senhor.



 Palavra da Missionária Glaucia Galvão.

 Louvor com a irmã Silmara Oliveira.

 Mais um momento de louvor com o Ministério Intimidade.

 Palavra do Pastor Luciano Ferreira, da IEC de Barra do Piraí/RJ.

Pastor Luciano Ferreira dando posse ao Pastor Ioséias Teixeira,
para assumir a Frente Missionária em Vargem Alegre.







 Palavra do Pastor Ioséias Teixeira.

 Os irmãos Maria Aparecida e Fábio reconciliando-se com Cristo.


 Depois do culto mais um casal (Rafael e Camila) 
também se reconciliaram e retornaram à comunhão dos santos em Cristo.
Benção Apostólica com o Pastor Luciano Ferreira.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

157 Anos da chegada de Robert Reid Kalley ao Brasil.


Depois de passar algum tempo na Escócia e na Inglaterra, Kalley trabalhou como médico missionário durante dois anos na Ilha de Malta e outros dois na Palestina (1850-1852). Em Safed, organizou uma pequena igreja na qual metade dos participantes era constituída de judeus convertidos e a outra metade de ex-muçulmanos e nestorianos. Sua primeira esposa, Margaret, veio a falecer no início de 1852. No final daquele ano, ele contraiu segundas núpcias com Sarah Poulton Wilson (1825-1907), a quem conhecera na Palestina. Sarah nasceu em Nottingham, Inglaterra, sendo sobrinha pelo lado materno de Samuel Morley, rico industrial e filantropo, membro destacado do Parlamento Britânico e líder da igreja congregacional. A família também tinha ligações com os Irmãos de Plymouth através de outro tio de Sarah, John Morley.

Sarah recebeu uma educação esmerada e cultivou muitos dotes artísticos, revelados mais tarde na poesia, na pintura e na música. Foi grande defensora do nascente movimento das Escolas Dominicais. Seu trabalho evangélico teve início em Torquay, onde dirigiu uma classe bíblica que se tornou instrumento para a conversão de muitos jovens. Ela visitou a Palestina em março de 1852 em companhia de um irmão mais novo, que veio a falecer de tuberculose em Beirute. Nessa viagem Sarah conheceu o Dr. Kalley, com o qual veio a casar-se em 14 de dezembro do mesmo ano. Esse casamento contribuiu para que Kalley eventualmente se afastasse de suas raízes presbiterianas se voltasse para o congregacionalismo. Devido às suas extraordinárias qualificações, Sarah deu contribuições à obra do esposo que exigem uma análise mais detalhada do que é possível neste estudo.

No inverno seguinte (1853-1854), Kalley, acompanhado da esposa, foi visitar os amigos madeirenses em Illinois. Passando por Nova York, esteve na Sociedade Bíblica Americana, onde conversou a respeito dos refugiados portugueses. Poucos dias depois, o dirigente da Sociedade Bíblica recebeu uma carta do Rev. James Cooley Fletcher (1823-1901), pastor presbiteriano que trabalhava no Rio de Janeiro para a Sociedade de Amigos dos Marinheiros Americanos, pedindo-lhe o envio de alguns refugiados madeirenses para trabalharem no Brasil como colportores da Sociedade Bíblica. Kalley foi informado sobre isso e decidiu ele mesmo vir para o Brasil no ano seguinte.

O casal Kalley partiu de Southampton em 9 de abril de 1855, chegando ao Rio de Janeiro no dia 10 de maio. Por dois meses e meio se hospedaram em hotéis, mas não encontraram um local adequado onde pudessem residir e iniciar o trabalho evangélico. No final de junho visitaram Petrópolis e ficaram bem impressionados com a cidade. Viram que havia melhor possibilidade de iniciar o trabalho missionário ali do que no Rio de Janeiro, graças ao auxílio que poderiam receber dos colonos alemães. Souberam que uma bela propriedade (Gernheim = lar muito amado) situada em uma encosta do Bairro Suíço ficaria disponível em outubro. Mudaram-se para Petrópolis em fins de julho, hospedando-se em um hotel. Tendo feito amizade com a família do embaixador americano, Sr. Webb, que ocupava Gernheim, foi-lhes permitido iniciar ali uma escola dominical. Na tarde do dia 19 de agosto, a Sra. Kalley iniciou a classe dominical com as crianças da casa e de uma família vizinha. Leram a história de Jonas, cantaram hinos e oraram. Assim nasceu a primeira Escola Dominical do Brasil. Algum tempo depois foi criada uma classe de adultos, dirigida pelo Rev. Kalley. Em 15 de outubro o casal mudou-se para Gernheim. A escola dominical cresceu e no ano seguinte surgiram classes em alemão, inglês e português, para crianças de oito anos para cima.

De agosto de 1855 a maio de 1856, o Rev. Kalley escreveu várias cartas aos irmãos de Illinois, convidando-os para virem ajudá-lo no Brasil. Em dezembro de 1855 chegou William D. Pitt, que havia sido aluno de escola dominical de D. Sarah na Inglaterra, e em agosto de 1856 vieram Francisco da Gama, Francisco de Souza Jardim e Manoel Fernandes, com suas famílias. No dia 10 de agosto daquele ano, na casa alugada por esses crentes no morro da Saúde, o Rev. Kalley oficiou pela primeira vez a Ceia do Senhor, com a presença de dez pessoas. O missionário viu desde o início a importância da literatura e convidou o Sr. Gama para trabalhar como colportor, o que este fez com muita eficiência, vendendo Bíblias e livros evangélicos. Algumas publicações foram encomendadas de Lisboa e outras produzidas pelo próprio Dr. Kalley. Ele também traduziu a famosa obra de John Bunyan, “A Viagem do Cristão” (O Peregrino), publicando-a no Correio Mercantil (outubro a dezembro de 1856) e depois em forma de livro. Também escrevia artigos religiosos nesse periódico. Ao mesmo tempo, desde que chegou a Petrópolis, Kalley procurou relacionar-se com as autoridades civis, inclusive com o imperador Pedro II, do qual se tornou amigo. Como seu vizinho, este foi visitá-lo várias vezes para ouvir sobre as suas viagens através da Palestina.

O casal Kalley partiu para a Inglaterra no dia 17 de janeiro de 1857, a fim de visitar uma tia de Sarahque se achava gravemente enferma. De Londres, onde ficaram por alguns meses, o Rev. Kalleyenviou para o Rio de Janeiro uma grande quantidade de literatura. Chegaram de volta ao Brasil em 9 de outubro. Extremamente cauteloso após as perseguições sofridas na Ilha da Madeira, Kalley trabalhou dentro dos limites impostos pela lei brasileira, adotando como modelo básico de evangelização o “culto doméstico”.[19] No dia 8 de novembro, foi batizado o primeiro crente em Petrópolis, o português José Pereira de Souza Louro. No Rio, havia reuniões em português na casa de Francisco da Gama e em inglês na residência de William Pitt. Nos meses seguintes, começaram a surgir artigos na imprensa do Rio revelando preocupação com a propaganda protestante e a distribuição de “Bíblias falsas”. Um motivo a mais de inquietação para os líderes católicos eram as discussões sobre a instituição do casamento civil e outras medidas liberalizantes do governo imperial.


Extraído do site: www.mackenzie.br

terça-feira, 8 de maio de 2012

O Médico Missionário e o Naturalista.

Em 1809 nasceram dois meninos no Reino Unido: um, em Shrewsbury, na Inglaterra; e o outro, em Mount Florida, na Escócia. O primeiro se chamava Charles; e o segundo, Robert, e este era sete meses mais novo do que aquele. Charles era filho de uma família muito culta, e Robert, de uma família rica. Os dois rapazes talvez nunca tenham se encontrado.

Ambos, porém, foram estudar medicina na Escócia no mesmo ano, em 1825, quando contavam com dezesseis anos de idade; Charles, na Universidade de Edimburgo, e Robert, na Universidade de Glasgow. Depois de formados, ambos fizeram longas viagens de navio no exercício de suas profissões. Charles, como naturalista, deu uma volta ao mundo, numa viagem que durou quase cinco anos. Robert, como médico de bordo, foi duas vezes até Bombaim, na Índia, tendo a oportunidade de conhecer muitos portos, inclusive Funchal, na Ilha da Madeira. Tal como Robert faria mais tarde, Charles também esteve no Brasil, embora apenas em rápidas incursões. Os dois ficaram impressionados com algumas cenas chocantes que viram durante suas viagens. Charles ficou chocado com a situação social dos nativos da Austrália e Nova Zelândia, transformados em escravos pelos próprios colonizadores europeus.

E Robert, com as condições sociais da Índia, tendo sentido, em primeira mão, a grande necessidade de médicos no Oriente. Ambos se casaram em 1838, aos vinte e nove anos; Charles, com sua prima, Emma Wedgwood, e Robert, com Margareth Crawford.

Não obstante essas coincidências, os dois britânicos eram religiosamente diferentes. Depois de abandonar o curso de medicina (tinha pavor das cirurgias), Charles matriculou-se na Universidade de Cambridge para estudar a Bíblia e se tornar um clérigo (1828). Nesta ocasião, ele professava sua crença na verdade absoluta e literal das Escrituras Sagradas. Já Robert, conquanto a família desejasse muito que ele estudasse teologia e se tornasse um pastor, foi se desfazendo da bagagem religiosa recebida no lar. Tornando se crescentemente incrédulo e agnóstico, passou a ter aversão às leis do Criador, o que o deixava mais em liberdade para satisfazer os desejos que lhe viessem ao coração, sem temer as conseqüências e penalidades.

Aconteceu, porém, que os dois moços experimentaram significativas mudanças religiosas na década de 1830, durante os seus vinte e poucos anos. Charles desistiu da carreira eclesiástica, formou-se em artes e tornou-se agnóstico. Robert renunciou a sua incredulidade e passou a ter profundo respeito por Deus. O que levou Charles a abandonar sua fé foram suas pesquisas científicas.

O que levou Robert a abraçar a fé foi o estudo das Escrituras, contando com o decisivo testemunho e influência de uma paciente cristã, que enfrentou grandes sofrimentos com serenidade e fé. A partir dessas diferentes experiências revolucionárias, Charles e Robert tornaram-se notáveis, cada um em sua área. O primeiro tornou-se cientista. O segundo tornou-se médico missionário. O trabalho de Charles levou muita gente a desacreditar da autoridade das Sagradas Escrituras. O trabalho de Robert levou muita gente a amar a Bíblia e a praticá-la como sua norma de fé e conduta. No ano de 1839, quando ambos estavam com trinta anos, Charles publicou o seu primeiro livro/relatório de pesquisas em história natural e geologia (fruto de sua viagem ao redor do mundo), e Robert foi ordenado pastor presbiteriano em Londres.

Charles se dedicou à pesquisa e aos seus livros, quase todo o tempo. Era extremamente apegado à esposa e aos filhos. Depois de sua conversão, Robert estudou teologia e se tornou missionário médico na Ilha de Madeira (1838-46) e no Brasil (1855- 76). Casado duas vezes, nunca teve filhos. Charles morreu em abril de 1882, com a idade de 73 anos. Robert morreu 6 anos depois, em janeiro de 1888, com 79 anos. O primeiro está sepultado na Abadia de Westminster, em Londres, e o segundo, num modesto cemitério em Edimburgo.

O nome completo do naturalista é Charles Robert Darwin (1809- 1882). O nome completo do missionário médico é Robert Reid Kalley (1809-1888). O primeiro é mais conhecido por sua teoria da evolução, que causou uma revolução na ciência biológica, mediante a publicação de seu mais importante livro sobre a origem das espécies por meio da seleção natural. O segundo é mais conhecido por ser um missionário protestante pioneiro, de cujo trabalho originaram-se importantes denominações evangélicas de língua portuguesa, tais como a Igreja Presbiteriana de Portugal, a Igreja Evangélica Congregacional do Brasil e aIgreja Cristã Evangélica do Brasil. Segundo testemunhos de pessoas mais próximas, Charles Darwin nunca teria se livrado de certos conflitos íntimos, mesmo com a leitura da Bíblia e as orações de sua esposa, que era cristã.



Extraído do site: www.editorafiel.com.br

sábado, 5 de maio de 2012

Mantendo a Esperança – Apesar da Violência Contra a Família.

Em uma noite dessas, como não conseguia dormir, liguei a televisão. O canal sintonizado trouxe à minha frente Marília Gabriela entrevistando uma psicóloga. A conversa entre ambas girava em torno da questão do aborto. A cada momento eu ficava mais irritado e abismado com o que ouvia! Diante das perguntas da Gabi, a entrevistada fazia de tudo para convencer seus ouvintes de que a mulher grávida tem todo direito de decidir o que deve acontecer em seu ventre. Não houve nenhuma palavra, nenhum pensamento sequer sobre o direito do bebê em sobreviver. Ela falava em proteger a mulher, mas nada disse sobre a proteção à indefesa criança. Nesse momento, abaixei a cabeça, indignado, e murmurei a meu Pai: "Até quando, Senhor!"

Outra situação de indignação ocorreu quando eu aguardava a chegada de minha esposa no aeroporto em Curitiba, onde, juntos, daríamos um seminário sobre a família. Caminhando pelo saguão, parei em frente a uma loja de camisetas. Quanto mais eu lia as frases nelas escritas, mais vermelho eu ficava, não só de indignação, mas também de vergonha. Eram as mais “sujas” que eu já tinha visto! Fiquei muito indignado e, em seguida, raciocinando mais friamente, decidi protestar. Com isso em mente, entrei na loja. Uma garota de uns vinte anos de idade estava atrás do balcão e ali continuou. Dirigi-me a ela e perguntei se eu poderia falar com o gerente. Foi-me então comunicado que ele não estava na loja. Decidi, portanto, verbalizar a ela mesma meus sentimentos de tristeza, para que fossem a ele transmitidos.

– Moça, eu me sinto agredido com os dizeres dessas camisetas. Como uma loja, em um aeroporto internacional, pode expor tanto lixo?
Aquela moça me olhou com desdém e respondeu:
– O senhor pode não concordar, mas essas camisetas são as que nós mais vendemos!

Tentando segurar minha indignação para não despejá-la sobre aquela moça, virei as costas e, silenciosamente, saí da loja...

Alguns dias atrás, quando estava em Manaus, fui convidado a participar de um programa de televisão do tipo mesa redonda chamado Canal Livre – um grupo de profissionais que discutiria assuntos sobre a família. Havia um sociólogo, um psicólogo, um psiquiatra, um sexólogo, um advogado, e eu, conselheiro familiar. Entre outros tópicos, debatemos sobre “dar ou não dar” preservativos ao adolescente brasileiro. Cada um ia dando sua opinião e, na medida em que minha vez se aproximava, eu ficava mais indignado com o que ouvia.

Pedi paciência e sabedoria a Deus para dizer palavras adequadas, não somente aos que me rodeavam, como também aos telespectadores que iriam me ouvir. Finalmente chegou a minha vez e eu disse:
– Gostaria de cumprimentar meus colegas presentes e convidá-los a, juntos, ouvirmos o que tem a dizer o próprio Arquiteto da Família.

Abrindo a Palavra, li um dos textos que falam sobre não ter sexo pré-nupcial: “Pois está é a vontade de Deus, a vossa santificação: que vos abstenhais da prostituição. Porquanto Deus não nos chamou para a impureza, e sim para a santificação”. 1 Tessalonicenses 4. 3 e 7.

Confesso que estes três eventos, entre vários outros, vêm me deixando ainda mais preocupado com nossas famílias. A arena da política, as influências negativas da mídia e uma onda de ensino de nível superior estão impactando a família através de conceitos anti-bíblicos. Há uma forte tentativa de se redefinir a família como um grupo de indivíduos que decidem viver juntos, seja este formado por duas pessoas amasiadas, homossexuais ou lésbicas. A elite cultural procura designar estes grupos como famílias legítimas, desvalorizando, assim, a importância singular de uma família onde o marido e a esposa comprometem-se um com o outro e criam filhos responsáveis para a próxima geração.

O materialismo tem invadido o seio familiar. Uma ganância crescente cria a oportunidade de afastamento, tanto do pai quanto da mãe de seus papéis de pais presentes na vida física, espiritual e emocional de seus filhos. É durante os anos de crescimento que os filhos mais precisam de orientação e exemplo. Infelizmente, as creches, os maternais, as babás e as empregadas é que estão criando a geração que está chegando.

O declínio moral também tem contribuído para o desmoronamento do lar. Os valores que definem o certo e o errado e apoiam um comprometimento permanente estão desaparecendo da sociedade. Paralelamente com a quebra dos compromissos conjugais, surge o aumento do padrão de comportamento abusivo.

Mesmo aqueles que são criados em lares onde a Palavra de Deus é ensinada não estão isentos da influência libidinosa.

Nossos filhos, em suas escolas, sejam estas públicas ou particulares, são fustigados com ensinos que redefinem a família e promovem valores que bombardeiam o conceito bíblico do lar.

Por favor, não gostaria de ser mal entendido! Se estou falando tanto na família é porque ainda acredito nela! Há esperança! O que vejo é a família atravessando momentos de mudanças radicais e incrivelmente rápidas.

Tenho algumas idéias que podem nos ajudar, em meio a todo esse quadro de mutação, a não nos alienarmos, porém, mantermos alguns valores que podem defender a família:

1.
A agência de Deus na Terra, a Igreja, precisa esclarecer a sociedade sobre a razão da existência da família e providenciar uma clara compreensão sobre a definição e propósitos de Deus sobre a família, o qual é:
1. Espelhar a imagem de Deus (Gn 1.26-27)
2. Multiplicar a herança cristã (Gn 1.28; Sl 78.1-7)
3. Cuidar da criação de Deus (Gn 1.18-30)
4. Suprir as necessidades uns dos outros (Gn 2.18; 1 Co 11.11-12)
5. Ser reflexo do relacionamento de Cristo com a Igreja

2.
É necessário que haja uma compreensão da poderosa batalha espiritual que está sendo travada pelo diabo e seus anjos (demônios), para destruir a família e, assim, desmoronar a sociedade.

3.
Precisamos enxergar nosso mundo através dos olhos de Deus, com as lentes de Sua Palavra, para que os pais possam tomar decisões sábias que reflitam o interesse pelo bem estar de sua família e da sociedade de forma geral, mudando do foco egoísta para o altruísta, refletindo, assim, o ponto de vista de Deus.

Olhando para nossas três situações iniciais, a entrevista de Marília Gabriela sobre o aborto, as camisetas pornográficas no aeroporto e o programa de TV em Manaus, chego à conclusão de que esse tipo de experiência continuará cada vez mais a ocorrer. Não nos é possível evitar a avalanche de humanismo e materialismo cada vez mais crescentes, porém, podemos levantar a nossa voz contra as aberrações que nos sobrevierem. Devemos e podemos protestar contra os princípios que estão, simplesmente, destruindo os nossos lares.

Que, enquanto estivermos neste mundo, Deus nos dê sabedoria para não ficarmos à parte da realidade que nos rodeia, mas que tenhamos bem claro em nossas mentes os princípios bíblicos pelos quais devemos trilhar nossas vidas e condutas, de maneira a vivermos de forma que O agrade.


Dr. Jaime Kemp é missionário da Sepal, dirigindo o Ministério Lar Cristão. Foi fundador da Missão Vencedores por Cristo. É conferencista e autor de 29 livros.

terça-feira, 1 de maio de 2012